A melhor música de sempre, pelo menos daquela semana. Actualidade, raridade, variedade. Escutar, relaxar, procrastinar.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
The Pirate Bay e os Direitos de Autor
Islaja - Ulual YYY (2007)
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sublime Frequencies
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Legião Urbana - As 4 Estações
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Rita Lee, Arnaldo Baptista, Os Mutantes

Meus caros amigos, aqui vão três discos que ando a ouvir compulsivamente: o 4 disco dos Mutantes (sem a alegria juvenil dos 3 primeiros), o primeiro do Arnaldo Baptista, e o disco mais popular da Rita Lee. São discos que representam a desagregação e a ressaca de uma das mais brilhantes bandas que estes ouvidos já ouviram. O tom é melancólico, o tom é cansado, é um tentar continuar sabendo que o tempo não pára e o passado já lá foi, e que bom ele foi, e o futuro que tantos sonhos motivou finalmente chegou, e o que é que se pode fazer quando se percebe que o melhor já passou? A Lee disfarça o melhor que pode, e que bem ela disfarça, e o Arnaldo coitado, o peso é demasiado. Ah, e a música é verdadeiramente excepcional. Links nos comentários.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
ES - Kesamaan Lapset (2009)
Este álbum, o quinto de ES (aka Sami Sanpakkila, que é também o fundador da Fonal Records, casa da Islaja, Lau Nau, Paavoharju, Kemialliset Ystavat e sabe deus quem mais) dá-me razões para continuar "finlandófilo". Meia-dúzia de audições repeliram uma careta tipo bébé cagão provocada pela indigestão inicial, sobretudo devida à chatice provocada a meio da quarta faixa, onde o sujeito não fode nem sai de cima e é salvo pelo som de água. Já que o objectivo do disco é provocar memórias de infância, quem sabe se esta música não era relativa a uma mijinha durante a sesta de Verão? Os títulos, traduzidos pelo cada vez melhor Google Translate:
Nome do disco - Os Filhos de Verão
01. Pior ainda antes de ter sido
02. Junho e os lábios sorrindo
03. Raios da Alma dom.
04. O verão das crianças
05. fantasmas dom do Coração
O som que este tipo pratica pode ser descrito como um caleidoscópio de sintetizadores algures entre o barato e o arrítmico, com - raras - vozes de lenga-lengas para crianças; drones e cânticos shamânicos muito enterrados na mistura, gravados na redline. Já disse que depois da sesta e da mijinha o som se torna grandioso, triunfal? Poderá isso significar que na brincadeira pós-sesta o sujeito da direita decapita o da esquerda e este se esvai em sangue que cada vez menos jorra, como os sintetizadores que a terminam? (Pergunta bónus: porque é que não é o da esquerda que decapita o da direita?)
O que é certo é que há um universo muito estranho por detrás deste som - e da Fonal em geral - com que me vou entreter nos próximos tempos.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
The Chemical Brothers - Further
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Aquele querido mês de Agosto
Le Monde, Jacques Mendelbaum
“Miguel Gomes tem uma qualidade que falta a quase todo o cinema mundial hoje: imaginação. Transbordante, louca, precisa, maníaca.”
Libération, Philippe Azoury
“Um filme único que nos faz recordar muitos outros filmes e situações de vida, mas diferent de tudo.”
Miguel Gomes Retrospective – BAFICI