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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sines para mim foi assim

Do caralho.

1ª divisão: Tinariwen, Vitorino e Janita, Barbez, Wimme, Cheik Tidiane Seck feat. Mamani Keita.

A Sa Dingding é uma cópia chinesa da Celine Dion.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Uma razão para não ir ao FMM

Reproduzo um comunicado da organização do FMM:

A Câmara Municipal de Sines, entidade organizadora do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2010, informa que foi decidido o cancelamento do palco de Porto Covo nesta edição.

A decisão tem como efeito imediato o avanço do início do festival para 28 de Julho, quarta-feira, em Sines,passando as datas do evento a ser 28, 29, 30 e 31 de Julho.

Esta alteração não afecta os concertos já anunciados para o Castelo e a Av. Vasco da Gama.

O cancelamento do palco de Porto Covo e, em paralelo, a introdução de medidas de gestão para tornar mais eficiente a realização do evento em Sines, inserem-se num plano de contenção de custos da autarquia motivado pela quebra de receitas agravada pela crise nacional e internacional que atinge actualmente um momento de especial gravidade.

A organização procurou uma solução que garantisse o cumprimento das datas e do modelo inicialmente anunciado, mas tal não se mostrou possível no seu actual quadro financeiro.

Nesta conjuntura, o esforço foi direccionado para diminuir os custos inerentes à dispersão de palcos e à longa duração, eliminar as despesas de produção que não afectam o resultado artístico e concentrar os meios no essencial: um programa que, embora mais curto, terá no seu alinhamento de concertos toda a qualidade e impacto positivo a que o público do FMM está habituado.

A Câmara Municipal de Sines pede a devida compreensão a todos e em particular aos participantes no festival em Porto Covo, assim como à população e comerciantes da freguesia, tendo em conta as suas expectativas.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Fim-de-fim-de-semana

Serralves é fixe. Mesmo quando está em festa.


Da casa propriamente dita - ou do museu, ou lá como os rotos chamam àquilo

Não sou dado à arte contemporânea pelo que, quando entro no museu para ver a exposição que lá está, subsidiada pelos impostos de outros incultos que não eu, não me consigo deter mais que 20 segundos diante de cada uma das peças com que me deparo. Sobretudo quando estou bêbado e me encontro rodeado de gente fina que acha tudo "giríssimo". Perdoem-me os rotos: o que vi por ali não era giríssimo, tirando uma casa-de-banho muito mais cheirosa que aquelas já com uma dada rodagem festivaleira, espalhadas pelo parque. E o bolo de arroz no bar também estava bom. Portanto, eu proponho fazermos uma petição online com o objectivo de promover, no próximo Serralves em Festa, uma utilização mais racional dos fundos da Fundação, que devem, fundamentalmente, assentar nos seguintes fundamentalismos:

- Colocadar telas, na casa-de-banho, com a finalidade de serem urinadas e, consequentemente, transformadas em peças de arte contemporânea, a exportar para países mais ricos.
- Construção de barraquinhas com comida e bebida à discrição (porra, 2 euros o fino não sai barata feira!)


Dos concertos e das coisas bonitas que lá vi

Como seria de esperar, um mar de gente e música, muita música. Que me lembre, assim de repente, só me vêm à cabeça 3 concertos de big bands de jazz, todos eles muito bons. O público sentado nas cadeiras do prado era, na sua maioria, enfadonho, velho e aristocrata ao ponto de se chocar ao ouvir a palavra "mijar".


Do muito que se passou no Clubbing - Casa da Música

Depois de caminhar um quarto de hora - numa escala do tempo à Apolinário ou Cortez - lá fomos ter à Casa da Música, onde nos aguardava o momento alto da noite, Cluster e Chrome Hoof. Tragicamente adormeci ao final de 5 minutos do primeiro concerto, para acordar uns 10 minutos antes do final; contudo tive a sensação de não ter perdido nada de outro mundo, além de meio bilhete de 7.5€, que não veio a defraudar o outro meio. Mas o ter pouco para dizer sobre o concerto chega-me para desafiar o Cortez a estrear-se no blog e escrever o que lá viu e ouviu. Milhares de leitores diários (temos de meter uma daquelas coisas do SITEMETER!) aguardam.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Este fim de semana há eventos porreiros.
Sabado e domingo Serralves em festa. Sábado há clubbing na casa da música por 7.5€ Cluster e Chrome Hoof. Cluster é uma das bandas mais importantes do krautrock.
Chrome Hoof é isto:
http://www.youtube.com/watch?v=RsbXIERktOQ

terça-feira, 1 de junho de 2010

Serralves em Festa

Está de volta aquela bela festa, na sua sétima edição, 5 e 6 de Junho, 40 horas non-stop: música, dança contemporânea, exposições, teatro, circo contemporâneo, cinema / vídeo, fotografia, oficinas em família, feiras, copos e bom tempo (esperamos).

Os destaques, de acordo com o suspeito Expresso, são: "Tout va bien" (Teatro de Rua/Teatro de Objectos), Íman (Dança), Shoot the girl first (Circo Contemporâneo), James BRown's Funky Divas Versus The Revolution of th Mind (Concerto de Encerramento) e o Concerto de Jazz da Big Band do Hot Club de Portugal.

Eu vou destacar meia-dúzia de descrições que me pareceram porreiras e espero ver:

ORQUESTRA DE GUITARRAS E BAIXOS ELÉCTRICOS: "As peças são, assim, compostas por fragmentos que têm vindo a ser criados desde Janeiro de 2009 e que resultam do cruzamento de diversas linguagens musicais e da exploração do recurso tímbrico inusitado de ter dezenas de guitarras amplificadas em palco."

THE MAGIC I.D.: "A formação instrumental é simples, consistindo no duo de clarinetes de Kai Fagaschinski e Michael Thieke, duas guitarras (uma acústica e uma eléctrica: Margareth Kammerer e Christof Kurzmann) e duas vozes (uma feminina e outra masculina, também de Kammmerer e Kurzmann), combinadas com as manipulações electrónicas de Kurzmann."

SCHNEE: Após o regresso a Viena, os dois iniciam o projecto Schnee onde os dois começaram por explorar as diferenças fundamentais entre a música gerada por computador de Kurzmann e os sons das guitarras de Stangl.

(O Kurzmann é comum às duas bandas anteriores. E ainda toca noutro concerto. Grande cunha deve ter o homem...)

THE INTERNATIONAL NOTHING: Os dois começaram a trabalhar juntos enquanto duo de clarinetes em 2000, e dedicam-se a encontrar novas direcções na abordagem a esta original formação instrumental através da composição de peças focadas na exploração de possibilidades harmónicas e multifónicas, fundindo o som dos dois clarinetes num só, simultaneamente soando como se fossem mais do que dois instrumentos.

[Na verdade não fiquei com graaande vontade de ver nada disto que passei para aqui.]

É provável que chegue tarde nas duas noites, acabe por não ver nada disto e passe menos tempo a ouvir música do que gastei a escrever o post. E só li metade da lista de música. Mas Serralves é mesmo uma festa.